FORNALHA

Cultura: trata-se de crenças, valores, comportamentos, instituições e suas regras morais, que fazem parte de uma sociedade e a identificam, ou seja, são os preceitos que as definem, com seus diversos grupos em determinados territórios e períodos. Dessa forma, vemos as diversas tribos que já existem e que ainda se formam a cada dia e, a partir de atividades culturais de nossa cidade, São Paulo, buscaremos as localizar e comentar a respeito de suas características.

O colégio virou uma metrópole, por Maria Carvalho 30 30UTC maio 30UTC 2009

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Novo cartão postal - Ponte Estaiada Jornalista Octavio Frias de Oliveira

Novo cartão postal - Ponte Estaiada Jornalista Octavio Frias de Oliveira

Bela, rica, intelectual, democrática, viva, esportiva, cultural, sentimental, romântica, moderna, séria, extrovertida, profissional. Afinal, o que define São Paulo? Não há absolutamente nenhum adjetivo que consiga decifrar o que representa a metrópole.

Por muitos séculos, a capital paulista foi uma cidade bastante pacata. Isso mudou radicalmente com a chegada de grandes levas de imigrantes no final do século XIX e de migrantes no século XX. Eles foram atraídos pela cafeicultura e depois pela indústria e o setor de serviços. Assim, São Paulo cresceu e novas tradições se enraizaram.

A capital paulistana é um dos poucos lugares capazes de mesclar harmoniosamente modernidade e história. Já foi palco de acontecimentos marcantes que envolvem desde as margens do Ipiranga, passando por revoluções políticas, culturais e protestos em favor da democracia.

Hoje, além de um importante centro econômico e financeiro, um dos principais pólos de irradiação de tendências, cultura e entretenimento do Brasil, São Paulo recebe de braços abertos brasileiros, estrangeiros que trabalham e vivem na cidade, em um ambiente de tolerância e respeito à diversidade de credos, etnias, orientações sexuais e tribos.

Somos a 12ª cidade do mundo em número de eventos internacionais

O ranking 2008 da International Association Meeting Marketing (ICCA) divulgado em 15 de maio surpreendeu positivamente empresas e associações que trabalham com a realização de eventos internacionais e turismo de negócios na cidade de São Paulo. A novidade também é motivo de orgulho para paulistanos.

A cidade que não para saltou da 23ª para a 12ª posição, com 75 eventos cadastrados, ante 61 no ano anterior. Isso significa que a capital está cada vez mais competitiva em relação a destinos do mundo inteiro para a realização de eventos de visibilidade mundial, com uma atratividade que inclui 600 mil m² de área disponível para feiras, congressos e convenções, além de ampla oferta de hotéis, restaurantes e opções culturais.

Essa conquista é uma prova de que a cidade vem se desenvolvendo em linha com o objetivo de posicionar São Paulo como um dos mais importantes e estruturados destinos internacionais para receber eventos.

Dados turísticos:

A cada ano, cerca de 10 milhões de visitantes vêm à cidade para alavancar os negócios ou estreitar contatos profissionais, fazer compras ou aproveitar um calendário cultural antenado com o que se faz no mundo. Estar em São Paulo é vivenciar uma metrópole 24 horas, com estilo de vida que conjuga trabalho e lazer como se fossem duas faces da mesma moeda. Capital de um Estado do tamanho do Reino Unido, com uma população próxima à da Espanha e que gera quase metade da economia brasileira, São Paulo tornou-se também o primeiro destino turístico do país.
Desses, 1,7 milhões de visitantes são estrangeiros e 9,3 milhões são brasileiros.
Turistas de Negócios (permanência média de 3,5 dias na cidade) – Gasto médio: R$ 500,00 a R$600,00/dia;
Turistas de lazer (permanência média de 8 dias na cidade) – Gasto médio: R$ 200,00 a R$ 300,00/dia.

 

O que? Aonde? Quando? Quanto? por Luiza Leme 29 29UTC maio 29UTC 2009

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cultura
As programações culturais não param na grande fornalha, faça chuva ou faça sol e o tempo pode esfriar…
Por se tratar de uma vasta programação, existem vários tipos de guias culturais para a capital paulistana, neles estão registrados os mais diversos eventos, cada qual voltado para seu público.
Desde junho do ano passado o Catraca Livre, um guia cultural online criado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, em parceria com a UNIESP, União das Instituições Educacionais do Estado de São Paulo, está fucionando e é visitado por centenas de internautas da rede que buscam uma programação bastante em conta na cidade de São Paulo, sem deixar qualidade de lado. De acordo com o site, www.catracalivre.com.br, o guia “é uma agenda cultural do que há de melhor e de graça na cidade; é também um olhar sobre os talentos, as pessoas e invenções, que criam novos caminhos para a metrópole.”
Lá podem ser encontradas dicas de programações muito ricas, como o show da banda Irmandade do Blues, que tem a mais antiga formação em atividade dos grupos de blues de São Paulo, com 14 anos, e se apresentará dia 30 de maio, a R$ 0,00 na Biblioteca Pública Cassiano Ricardo. Ou, também no mesmo dia e a R$ 0,00, a cantora Neuza Pinheiro, no Sesc Vila Mariana, mais Frejat e Zeca Baleiro, nos shoppings Metrô Tatuapé e Anália Franco, respectivamente, de graça, no domingo, dia 31 de maio.
Além do Catraca Livre, temos outros guias culturais, o Boca a Boca, www.bocaboca.com.br, o Guia Off de peças teatrais, www.guiaoff.com.br, o Agenda da Periferia, www.acaoeducativa.org.br/agendadaperiferia/, elaborado pela Ação Educativa, entre outros.
Alguns destes guias culturais também circulam pela cidade e são encontrados em pontos culturais específicos.

 

Olha o quentão! É mentira! – Por Elaine Abreu 27 27UTC maio 27UTC 2009

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Vejam mais essa iniciativa do nosso grande governo (sem ironias…eu aprovo o governo do Vampiro). Aqui, as escolas estão proibidas de vender quentão nas festas juninas. O impedimento foi publicado no Diário Oficial por meio de uma lei que veta a venda, fornecimento, mesmo gratuito, e consumo de bebidas alcoólicas em escolas e faculdades técnicas da rede estadual do Estado, entre elas, o famoso quentão. A lei impede toda bebida com teor alcoólico igual ou superior a 4,5 graus Gay-Lussac, gradação média da cerveja comum. A lei proíbe apenas a comercialização nas escolas municiais e particulares. Eu não sei qual é exatamente a idéia de nossos governantes. Será que eles estão querendo redimir os maus tratos a saúde deles se metendo nos hábitos da vida dos outros? É claro que no caso do cigarro é de se entender, pois se você quer fumar é um problema seu, mas quem não fuma não é obrigado a respirar a fumaça dos outros em um ambiente fechado. Mas no caso da bebida alcoólica, cada um arca com seu próprio consumo se é moderado e, em uma festa junina de escola, ninguém vai a ela para “encher a cara” de quentão. Essa “bebidinha” é apenas um alento aos pais que querem ter um pequeno aperitivo adulto no meio de tantas brincadeiras e alimentos infantis. E o melhor: o Governo do Estado de São Paulo vai estudar se o veto se estenderá às universidades. Vê se pode! Daqui a pouco vão querer até regular as cantigas da festa, porque, afinal, balão também não pode. Vamos ter de mudar a música para “o balão vai subindo, vem chegando a polícia”!

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Dentro de seu complexo, cultura paulistana abrange diversas tribos, por Maria Carvalho 25 25UTC maio 25UTC 2009

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A cultura da cidade de São Paulo é considerada uma das mais ricas do Brasil, por possuir uma ampla rede de teatros, casas de show e espetáculo, bares, instituições de ensino, museus e galerias de arte. Tal complexo cultural, é fruto da interface de vários povos que imigraram durante a primeira República. Dentre tais culturas, destacam-se a italiana, a japonesa, a portuguesa e a espanhola. Traços desta mistura são evidentes em regiões da cidade consideradas “tipicamente italianas”, como o Bixiga ou “tipicamente japonesas”, como o bairro da Liberdade.

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Festa japonesa em comemoração a imigração

Assim, por se tratar de um enorme centro cultural abrangente São Paulo é praticamente um museu a céu aberto, com bairros e edifícios de incalculável valor histórico. A cidade possui uma enorme variedade de museus e galerias de arte, que possuem acervos dos mais variados estilos, da arte sacra a moderna, além de curiosidades sobre ciência, política, religião, entre outros temas. Entre os museus mais famosos da cidade estão Museu de Arte de São Paulo (MASP), o Museu do Ipiranga, o Museu de Arte Sacra, o Museu da Língua Portuguesa, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras instituições de renome. Também abriga um dos cinco maiores parques zoológicos do mundo, o Parque Zoológico de São Paulo.

Museu do Ipiranga

Museu do Ipiranga

Da mesma forma que se constitui como terreno germinador de cultura, também as próprias manifestações culturais, em momentos e contextos diversos, têm estabelecido um diálogo com a cidade, uma delas é a música, representada com diversas vertentes entre elas o samba, o rock,  o movimento hip-hop (break, grafite e rap), sendo que, no Brasil, os maiores expoentes dessa vertente cultural estão em São Paulo e seu entorno. Também não poderia ficar de fora a presença da música eletrônica, com diversas raves e festas, como o Skol Beats, Nokia Trends, Spirit of London, entre outras. Por seu aspecto urbano, a cidade cada vez mais se renova, aceitando os diversos ritmos musicais oriundos de todas as partes do país.

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Rave em casa noturna

 

Fernanda Montenegro experimenta viver Simone de Beauvoir. Por Luiza Leme 23 23UTC maio 23UTC 2009

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Nesta última quinta-feira a dita e tida como grande dama dos palcos, Fernanda Montenegro estreou no SESC Anchieta o monólogo  “Viver Sem Tempos Mortos”, que tem como ponto central a troca de correspondências entre Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, filósofos franceses, aproveitando, é claro, que este é  ano da França no Brasil.

A peça faz parte de um projeto chamado Projeto da Liberdade, que também contará com a exibição do documentário “Uma Mulher Atual”, direção de Dominique Gros, todas as quartas-feiras, ás 20 horas, com entrada franca. Além da exposição de fotos, livros e cartas de Simone de Beauvoir, que já podem ser vistas. 

Todos os enventos serão realizados no espaço do SESC Anchieta.

Os ingressos para o espetáculo já se esgotaram até o final da temporada, que se estende até o final de junho. Apenas se houver alguma desistência é que os lugares serão liberados para a venda.

Mais informações podem ser encontradas no Portal SESC São Paulo www.sescsp.org.br/

 

Público GLS e o Largo do Arouche – Por Elaine Abreu 15 15UTC maio 15UTC 2009

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Que em São Paulo temos um grande número de homossexuais, isso já não é tabu para ninguém, sendo notado pelo grande público que temos anualmente em nossa parada GLSBT (Gays, Lésbicas, Simpatizantes, Bissexuais e Transexuais), uma das maiores do mundo. Mas se tem um lugar em que essas pessoas sempre se encontram – seja para se divertirem somente, dançarem e etc, paquerarem…enfim, uma infinidade de coisas – esse local é o Largo do Arouche. Local próximo à Praça da República, esse local reúne todos os dias centenas ou milhares de pessoas.
Nas redondezas, há diversas casas que atendem ao público, como danceterias, baladas e até mesmo um restaurante “gay friendly” (amigável aos gays). Este restaurante é o Vermont. Localizado na esquina da Praça da República com a rua Vieira de Carvalho, este restaurante é a prova clara de que todos nós, homossexuais ou não podemos conviver em um mesmo ambiente. Durante o dia, a casa recebe muitas pessoas que trabalham na região e saem para fazerem seus horários de almoço. Mais tarde, transforma-se em um local aconchegante para desfrutar de boa comida e conversar com amigos e, quem sabe, até com um “rolo”.
Entre estes locais mais comuns, existe também na Vieira de Carvalho uma livraria muito aconchegante, ou seja, o que se nota observando o movimento nessa região é como a nossa cidade é plural e, que fique bem claro, quase sem preconceitos. Assim, quero dizer que ainda existem sim muitas pessoas preconceituosas em nossa cidade, mas nesse caldeirão cultural que é, temos de conviver bem com pessoas de todos os gostos e preferências. Isto porque, além de que, no fim, todos nós buscamos por afeto e compreensão, também seria tudo muito chato se fossemos todos iguais.

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Arte de agir como protesto, por Maria Carvalho 10 10UTC maio 10UTC 2009

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Grafites revelam o cotidiano da população

Grafites revelam o cotidiano da população

Respeitar as diferenças é um dos princípios básicos da democracia. Cada povo, raça, cultura tem sua própria identidade, que resistem à globalização da economia e da comunicação.

Dessa forma surgem expressões analógicas de diferentes tribos que usam a arte como forma de manifestações, entre elas vou destacar o grafite.

 O grafite é um dos mais autênticos procedimentos artísticos da sociedade contemporânea, teve origem no Renascimento com técnicas de decoração mural sobre um suporte de fundo escuro, passava-se um revestimento claro, o qual, depois de seco, era raspado na forma das gravuras desejadas.

Os desenhos são crônicas da época e refletem os medos e esperanças inconscientes da população que os gerou, conhecidos por se tratarem de artistas anônimos, poetas ou desenhistas ao mesmo tempo. O movimento apareceu no final dos anos 70 em Nova Iorque, por conta das minorias excluídas da cidade. Com a revolução contracultural de 1968, surgiram nos muros de Paris as primeiras manifestações.

Atualmente, no Brasil, o grafite começou a se desvincular de sua irmã pobre e inconveniente, a pichação, e conquistou algum reconhecimento cultural. Entretanto, ainda existem pessoas que confundem os dois métodos.

Diferentemente do grafite, cuja preocupação é a ordem estética por ser considerada uma arte de rua, a pichação tem como objetivo a demarcação de territórios entre grupos, atitude esta classificada como vandalismo devido a sua prática.   

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Pichação em muro

O exercício de pichar pode levar uma pessoa á cadeia. A mais recente arma contra a ação dos pichadores é o artigo 65 da lei dos crimes ambientais, número 9.605/98, existente desde1998 e que estabelece punição de três meses a um ano de detenção e pagamento de multa.

Na cidade de São Paulo, por exemplo, os muros, prédios, praças, edifícios públicos e privados, já viraram alvos dos usos ilegais das latas de tintas, sprays e outros materiais utilizados. As pessoas que têm o costume de pichar, geralmente não são membros de gangues e disputam espaços com esses elementos, com isso, acabam contribuindo para a violência nas ruas da capital.

Uma solução criativa para resolver esta situação seria transformar os muros de edifícios em telas de arte.  Outro recurso é levar os pichadores para conhecer a arte na forma de grafite.

Um modelo que segue este tipo de visão se trata do grupo “Gente Muda” do Capão Redondo,  zona sul da capital paulista, que vem colorindo a cidade com seu protesto em forma de arte. Seus desenhos questionam atitudes da sociedade e, ao mesmo tempo, apontam possibilidades de mudança, através de personagens que refletem a vida cotidiana da população. Já são mais de 100 pinturas espalhadas pelos muros, antes sujos da região. 

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Grafite exposto na vernissage Sentidos-Gente Muda

 

Uma pitada da Virada Cultural no tempero feito pela CUT! Por Luiza Leme 5 05UTC maio 05UTC 2009

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Aconteceu neste último final de semana, primeiro do mês de maio, feriadão do DIA DO TRABALHO, a Virada Cultural da cidade de São Paulo!

Feriado? Não só aqui no Brasil, como em Portugal, entre outros países também!

E a Virada virou de graça das 18:00 horas de sábado, dia 02, até 18:00 horas de domingo, dia seguinte.

O site oficial da programação realizada pela Secretaria Municipal de Cultura, http://viradacultural.org/avirada/, oferece uma quantidade de informações, videos e fotos dos grandes eventos que ocorreram ao longo das 24 horas culturais contínuas, para quem não teve a oportunidade de acompanhar. 

Voltando ao Dia do Trabalho, (Ha! Ha! Ha!), a gigante fornalha São Paulo abrigou duas atrações vibrantes promovidas pela CUT. Veja a programação que ocorreu na capital paulistana através do http://www.cut.org.br/content/view/14031/. De acordo com o site, na Zona Zul houveram shows circenses de uma em uma hora. Das 10:00 horas às 18:oo horas shows musicais. Às 15:00 horas, pausa para ato político com a presença de lideranças nacionais e estaduais da CUT e lideranças políticas. Ao longo do dia, serviços assistenciais e oficinas de educação, saúde e beleza.

caldeirao

Como não podemos parar de mexer o caldeirão, o documentário dirigido por Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal sobre o cantor Wilson Simonal tem pré-estreia gratuita hoje, às 20h, no Cine Bombril da Avenida Paulista. O documentário leva o nome de “Simonal – Ninguém Sabe o Duro que Dei”.

 

Ibotirama na Augusta: uma vitrine de tribos – Por Elaine Abreu 29 29UTC abril 29UTC 2009

ibotirama no térreo e no andar de cima

Um dos passatempos preferidos de muitos paulistanos e paulistas é o de sentar em um barzinho ou botecão e tomar alguma coisa, uma cervejinha quem sabe, comendo algum petisquinho, conversando com os amigos. Eu mesma diria que esse é um de meus passatempos preferidos.

Agora, um dos locais nesta cidade em que muitíssimas pessoas vão para essa prática é a Rua Augusta, tão popular no Brasil inteiro (as vezes com uma visão um pouco distorcida). E digo mais…se você quer ver as diferentes tribos que perambulam por toda a cidade, sente-se no popular bar Ibotirama, no número 1230. Por lá, colam pessoas de diversas tribos e estilos.

Claro, devo dizer que entre estes estilos, os moderninhos e indie-rockers predominam,visto que neste bar as pessoas também fazem um “esquenta” para as baladinhas da rua, mas há espaço para todos.

Além de poder ver tantos estilos diferentes se encontrando, é também importante sair de casa para vivenciar ao vivo e em cores a interação social tão perdida com os meios de comunicação modernos.

Isto sempre valerá a pena!

aproveitando o lugar no andar de cima

aproveitando o lugar no andar de cima

 

“Sutien, abajour, menu, seu vou ple…” Por Luiza Leme 22 22UTC abril 22UTC 2009

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Sendo então a nossa cultura brasileira tão rica e o Brasil um país tão grande, podemos ainda receber um pouco da cultura francesa. 2009 é o ano da França no Brasil.

O Ministério dos Assuntos Exteriores e Europeus, junto de outros ministérios e operadores, organizaram uma programação cultural financiada pelos dois países, com o objetivo de consolidar e valorizar a cultura francesa criando uma parceria franco-brasileira.

 Uma parceria estratégica?

A programação se desenvolve através de criação artística, inovação tecnológica, pesquisa científica, debate de idéias, dinamismo econômico, diversidade do know-how francês, diversidade regional e diversidade sócio-cultural.

Existem atrações acontecendo em todos os estados brasileiros e elas podem ser conferidas pelo site http://anodafrancanobrasil.cultura.gov.br/

O ano da França no Brasil foi “inaugurado” em abril deste ano. Em 2005 aconteceu o ano do Brasil na França, então não há nada mais justo do que recebermos a França do jeitinho brasileiro.

Para quem tem chance, nous allons profiter…

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